Adolescente de 14 anos confessa assassinato de garota após briga em saída de boate
Qua, 10 de Março de 2010 12:17
Uma adolescente de 14 anos confessou, no começo da tarde desta terça-feira, a autoria do assassinato de uma jovem de 16 anos em Lages. O crime aconteceu na noite de domingo. A garota se envolveu em uma briga com a vítima na saída de uma boate e acabou matando a rival a golpes de canivete.
A adolescente se apresentou na Delegacia de Polícia da Criança, Adolescente e Proteção à Mulher ao Idoso acompanhada da mãe e da avó. Ela contou à polícia que estava com a irmã e uma prima dentro da boate, quando a rival teria chegado acompanhada de algumas amigas.
A jovem e as amigas teriam provocado a autora do crime e suas acompanhantes por causa de um rapaz. De acordo com a adolescente, uma das amigas da rival teria jogado um copo de cachaça nela, na irmã e na prima. As três decidiram sair da boate para evitar a briga.
Em seguida, a rival e as amigas teriam saído da boate atrás das garotas. A adolescente conta que ela e as acompanhantes estavam indo para o outro lado da rua, quando a prima deixou cair o relógio, e elas voltaram para procurar.
A rival e as amigas teriam provocado novamente a autora do crime, e elas começaram a brigar. A adolescente diz que a confusão começou a atrair a atenção de outras pessoas. No momento em que ela estaria caída no chão, sendo agredida com um capacete pelas garotas, uma mulher, que ela desconhece quem seja, teria oferecido um canivete para ela se defender.
Ainda no chão, tentando se proteger dos golpes, a adolescente teria acertado o pescoço da rival com o canivete. Ela garante que não percebeu que tinha ferido a garota e que não o fez de propósito.
Nervosa, ela teria saído correndo e diz não se lembrar de onde jogou o canivete. Ela e as outras envolvidas na briga foram levadas para a delegacia na mesma noite, mas a jovem teria ficado com medo de confessar o crime.
A adolescente foi liberada depois do depoimento. A polícia vai concluir as investigações e deve instaurar um auto de apuração de ato infracional. O procedimento deve ser concluído em 30 dias, período no qual outras testemunhas devem ser ouvidas.
A adolescente se apresentou na Delegacia de Polícia da Criança, Adolescente e Proteção à Mulher ao Idoso acompanhada da mãe e da avó. Ela contou à polícia que estava com a irmã e uma prima dentro da boate, quando a rival teria chegado acompanhada de algumas amigas.
A jovem e as amigas teriam provocado a autora do crime e suas acompanhantes por causa de um rapaz. De acordo com a adolescente, uma das amigas da rival teria jogado um copo de cachaça nela, na irmã e na prima. As três decidiram sair da boate para evitar a briga.
Em seguida, a rival e as amigas teriam saído da boate atrás das garotas. A adolescente conta que ela e as acompanhantes estavam indo para o outro lado da rua, quando a prima deixou cair o relógio, e elas voltaram para procurar.
A rival e as amigas teriam provocado novamente a autora do crime, e elas começaram a brigar. A adolescente diz que a confusão começou a atrair a atenção de outras pessoas. No momento em que ela estaria caída no chão, sendo agredida com um capacete pelas garotas, uma mulher, que ela desconhece quem seja, teria oferecido um canivete para ela se defender.
Ainda no chão, tentando se proteger dos golpes, a adolescente teria acertado o pescoço da rival com o canivete. Ela garante que não percebeu que tinha ferido a garota e que não o fez de propósito.
Nervosa, ela teria saído correndo e diz não se lembrar de onde jogou o canivete. Ela e as outras envolvidas na briga foram levadas para a delegacia na mesma noite, mas a jovem teria ficado com medo de confessar o crime.
A adolescente foi liberada depois do depoimento. A polícia vai concluir as investigações e deve instaurar um auto de apuração de ato infracional. O procedimento deve ser concluído em 30 dias, período no qual outras testemunhas devem ser ouvidas.
(Fonte: Diário Catarinense)
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